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Projetos habitacionais do município são discutidos em Audiência Pública

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A Câmara Municipal de Ouro Preto promoveu, nessa quarta-feira (3), audiência pública sobre as terras da Novelis, da antiga Febem e da Rio Doce Manganês (RDM). Os participantes debateram sobre questões acerca dos projetos de habitação no município. As autoridades responsáveis pelo assunto explicaram sobre as terras que são do município e as áreas de propriedade de empresas e entidades, quais podem ser usufruídas e esclareceram o posicionamento da prefeitura.

 

O vereador responsável e autor da proposta da audiência, Juliano Ferreira (PMDB), elucida que “o intuito é suprir o clamor popular dos movimentos e, até mesmo, de algumas pessoas que trabalham na prefeitura para promover um projeto mais substancial de moradia em Ouro Preto. Para termos moradias, a primeira coisa que precisamos é de  terra disponível”.

O professor do departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Ernani Carlos de Araújo, ressalta a importância de uma união dos ouro-pretanos: “o principal é providenciar uma mobilização social da cidade de Ouro Preto em prol da conquista das terras que já pertenceram ao município. Temos que pedir uma desapropriação da área, que hoje pertence à Vale do Rio Doce, para que haja a devolução para a população”.

A audiência contou com a participação de autoridades de Ouro Preto, entre elas, o secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Felipe Guerra; o vereador e presidente da Câmara de Ouro Preto, Wander Albuquerque (PDT); o vereador Mercinho (PMDB); Wanderley Rossi Jr. (Kuruzu), do coletivo Ocupação Chico Rei; Regina Coeli, do Conselho Municipal de Habitação; o advogado Dalton Lopes, representando a Secretaria Municipal de Governo; a arquiteta da prefeitura, Larissa Gattass; além de representantes de diversas entidades e empresa e munícipes lutando pela questão da moradia no município.