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Vereadores discutem sobre modificações na área da Saúde em Ouro Preto

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Durante a reunião ordinária dessa terça-feira (24), a questão da saúde no município foi bastante debatida pelos vereadores. Um dos pontos foi a atuação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com uma indicação do vereador Chiquinho de Assis (PV), pedindo que a central de regulação do órgão na microrregião de Ouro Preto, Mariana e Itabirito retorne para o município.

 

 

De acordo com o autor da indicação, “hoje, nós ligamos para o Samu e somos atendidos em Belo Horizonte. Lá, não sabem onde são nossas regiões e bairros. Estamos pedindo que o prefeito some esforços para retornar com a regulação para o nosso município, o que é muito importante, pois ganhará tempo e agilidade”, explicou.

Para o vereador Vantuir Silva (SD), “quando essa regularização do Samu foi para Belo Horizonte, isso dificultou o atendimento, visto que temos várias localidades com mesmo nome e os funcionários que atendem as solicitações não conhecem nossa região. Assim, o atendimento do Samu fica prejudicado. Por isso, é importante que essa regularização volte para o nosso município de Ouro Preto”.

Outro ponto debatido foi a questão da cobrança de estacionamento na Santa Casa de Ouro Preto. Por meio da representação de nº 53/18, de autoria de Chiquinho de Assis (PV) e aprovada em Plenário, foi pedido que os valores sejam revistos. O documento solicita também a possibilidade de serem estudadas medidas de tolerância para aqueles que pretendem utilizar por pouco tempo o estacionamento local, apenas no sentindo de conduzir e acompanhar o paciente em consultas ou exames.

“A Santa Casa é uma instituição particular, privada, desde 1735, e o município compra serviços da Santa Casa, como há também os planos de saúde. Então, aquele terreno realmente é da entidade, existem algumas irregularidades, pessoas que deixam seus carros estacionados em locais errados, impedindo às vezes que pessoas que vão realmente para consultar ou fazer uma visita que utilize o estacionamento. Entendo que tem que haver uma regularização e normatização, mas os valores estão altos, e pedimos para haja bom senso”, disse Chiquinho.

Já Vantuir destacou que “essa questão pegou todo mundo de surpresa, talvez não tanto pela cobrança, mas sim pelos valores. É um momento que estamos passando de baixa arrecadação, desemprego e as pessoas vão buscar um recurso da saúde e têm que tirar um dinheiro para o estacionamento, ou seja, R$6,00 para uma hora. Isso tem que ser discutido entre a Irmandade, a Santa Casa, a Prefeitura e os órgãos envolvidos para ser melhor acordado”.

Ainda durante a 20ª reunião ordinária, foram aprovados: seis indicações; sete requerimentos; duas moções de aplauso; quatro representações; quatro projetos de lei ordinária (em primeira discussão). Em única discussão e redação final, também foi aprovado o projeto de lei ordinária nº 99/2018, de autoria do prefeito Júlio Pimenta, que autoriza o Poder Executivo a conceder subvenção para o Lar São Vicente de Paulo.