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Legislativo solicita sinalização para impedir acesso de banhistas na Estação de Água do Itacolomi

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A Câmara de Vereadores de Ouro Preto realizou, nesta quinta-feira (06), a sua 32ª Reunião Ordinária de 2019, em que foram aprovadas quatro indicações, uma Moção de Aplauso, uma representação e cinco requerimentos. Além disso, um projeto de resolução foi distribuído às comissões. Entre os documentos apresentados pelos edis, estava a representação 75/2019, feita pelo vereador Marquinho do Esporte (SD), solicitando reforma nas cercas entorno da Estação de Água do Itacolomi.

De acordo com Maquinho do Esporte, não há nenhuma sinalização que proíba o acesso de pessoas ao local, já que as cercas estão danificadas, assim como as placas. “Fizemos uma visita à Estação e nos deparamos com pessoas tomando banho. Sabemos que aquela água chega em muitas casas. Temos relatos de que há pessoas que levam até animais para dar banho. Estou pedindo um novo cercamento do local e que criem uma nova placa, e que ela seja fixada na entrada da Estação para coibir as pessoas. No meu ponto de vista, nem precisaria de uma cerca porque isso é questão de educação. Água é saúde pública e precisamos que ela chegue com qualidade às nossas casas. Espero que a Secretaria competente tome as providências devidas”, disse.

Para o vereador Alysson Gugu (Cidadania), além das placas e do novo cercamento, é necessário a conscientização da população. “É preciso, primeiro, que a comunidade que está utilizando aquela água para banho e limpeza de animais, como foi dito pelo vereador Marquinho que esteve lá e presenciou essas cenas, entenda que aquela água é utilizada para consumo humano. Vários estudantes frequentam o local em época de temperaturas elevadas, mas Ouro Preto tem a Cachoeira das Andorinhas, o Parque do Itacolomi, entre outras cachoeiras e lugares próprios para banho. A Estação é um local de acesso proibido e a água tratada no local deve ser preservada”, ressaltou.

Equipe do CRAS apresenta projetos do Movimento Ouro Preto Social

O diretor do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) dos bairros Alto da Cruz e do São Cristóvão, Matheus Levy Alves Pontelo, participou da Tribuna Livre durante a Reunião Ordinária. O objetivo foi apresentar o Movimento Social Ouro Preto, criado em 2018. O Movimento possui 11 projetos e conta com a participação de 550 membros voluntários, entre ouro-pretanos e republicanos.

“Viemos lançar dois projetos inéditos. Um deles é a Horta Comunitária, que funcionará na nova sede do Cras Alto da Cruz, na antiga casa de reciclagem de Ouro Preto. As atividades serão desenvolvidas junto com os moradores do Padre Faria, integrada ao Caminho da Fábrica. O objetivo é que a própria comunidade faça o plantio e cultivo da horta. Outro lançamento é o Cras Constrói, que será desenvolvido nas sedes do Alto da Cruz e São Cristóvão, primeiramente”, explicou.

Ainda de acordo com Matheus, “vamos recolher sobra de material de construção doado pela população. Já temos um carro da Prefeitura atendendo essas demandas. Os técnicos, que já são preparados para esse tipo de trabalho de cunho assistencial, farão a triagem para destinar o material doado. Em seguida, faremos um pré-projeto básico para realizar pequenos reparos nas casas escolhidas. Além disso, buscaremos na própria comunidade, pessoas que possam contribuir, de forma voluntária, para realizar esses reparos”.

Fazem parte do Movimento Ouro Preto Social: Centro Cultural da Piedade; Espanhol no Cras, República Solidária, Costura para o Lar São Vicente de Paula, Karatê Do, Circo no Cras, Conviver, Expressão Corporal no Auta de Souza, Armário Solidário, Horta Comunitária e Cras Constrói.

Mais informações pelos telefones 3551-0581, no Cras São Cristóvão, e 3551-1509, no Cras Alto da Cruz.