Secretária de Saúde confirma que repasse Municipal à Santa Casa está em dia

Secretária de Saúde confirma que repasse Municipal à Santa Casa está em dia

Câmara Municipal de Ouro Preto - Secretária de Saúde confirma que repasse Municipal à Santa Casa está em dia

Câmara de Ouro Preto recebe Secretária de Saúde para esclarecer crise da Santa Casa

16/09/2014

Após ouvirem a administração da Santa Casa de Ouro Preto e membros do Conselho Municipal de Saúde nas últimas reuniões da Câmara, os vereadores receberam a Secretária de Saúde do Município, Sandra Brandão, na terça-feira, dia 16 de setembro.

Sandra apresentou um relatório com o total de recursos já recebidos pelo hospital entre janeiro de 2013 até o dia 15 de setembro de 2014. O valor ultrapassa R$ 27 milhões. Segundo a secretária, o Município é responsável por 45% desse repasse, considerando os R$ 8 milhões contratuais somados à parcela de R$ 4,6 milhões da dívida judicial.

‘‘A secretaria tem alertado todos os órgãos sobre essa possível paralisação dos atendimentos médicos da Santa Casa e cobrado do Estado e Ministério os recursos que eles estão em atraso ou que por equívoco não publicou corretamente a Portaria para que os recursos cheguem para o Município’’ pontua Sandra. ‘‘Reafirmo que os recursos municipais estão em dia. Em relação à falta de alguns recursos do Estado e do Ministério da Saúde, já tivemos audiências com o Secretário de Saúde do Estado e teremos uma nova reunião dia 24 de setembro para ver o que a Secretaria Estadual de Saúde pode fazer, pagar esse retroativo e até quem sabe antecipar um pouco dos recursos’’, conclui.

O presidente da Câmara de Ouro Preto, Léo Feijoada (PSDB), agendou uma Audiência Pública sobre a situação da Santa Casa para o dia 29 de setembro, às 18h, no Plenário do Legislativo. ‘‘Nós estamos pedindo ao corpo clínico da Santa Casa que não paralise as atividades no dia 4 de outubro. Estamos buscando caminhos e o provedor da Santa Casa já nos garantiu que não faltará ao compromisso com os médicos’’, afirma o presidente Léo Feijoada. ‘‘Precisamos que os médicos lembrem o juramento que fizeram para que prevaleça a vida. Eu tenho certeza também que muitos deles estudaram em escola pública e esse é o momento em que o público mais precisa deles. O dinheiro não pode ser visto em primeiro lugar’’, conclui.

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