Professores do Estado pedem apoio dos vereadores para o movimento grevista

Professores do Estado pedem apoio dos vereadores para o movimento grevista

Professores da rede estadual reinvindicam aumento salarialProfessores da Rede Estadual de Ensino participaram da 21ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Ouro Preto para pedir o apoio dos vereadores para o movimento grevista. Os servidores da Educação de Minas Gerais estão em greve desde o dia 8 de abril em todo o Estado. Na subsede Ouro Preto, que corresponde a Ouro Preto, Mariana, Diogo de Vasconcelos e Acaiaca, cerca de 10 mil alunos estão sem aulas.

A coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE) subsede Ouro Preto, Sandra Camilo, usou a Tribuna Livre da Casa, na última terça-feira (20), para falar sobre a greve. “A nossa principal reivindicação dos trabalhadores é a implementação do piso salarial nacional de R$1.312,85. Atualmente, o professor estadual que trabalha nas séries iniciais e tem Ensino Médio recebe R$336,00. Já os auxiliares de Educação ganham R$330,00, e o professor com curso superior recebe R$500,39”, explicou Sandra Camilo.

“É realmente triste constatar que todo ano tem essa paralisação, prejudicando assim, os alunos, as famílias e os próprios trabalhadores. A greve dos funcionários da Educação tem motivos salariais. Minas Gerais é o oitavo estado que paga pior o seu profissional da Educação, e o segundo maior em produção de riqueza (orçamento)”, afirmou a vereadora Crovymara Batalha (PMDB).

Os edis ouro-pretanos fizeram uma Moção de Apoio aos servidores da Rede Estadual de Ensino do Estado de Minas Gerais pelo movimento de paralisação das atividades em prol de melhorias salariais. O documento foi enviado a assessoria do governador em exercício de Minas Gerais, Antônio Anastasia.

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